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Convivência pacifica entre policia e manifestantes


Diante dos constantes movimentações populares, todos, Estado e classes que se mobilizam com seus movimentos e protestos mútuos às suas formas e entre ambos, mas, todos mesmos, devem de logo já irem imprimindo uma outra marca que represente um futuro com garantias de suas reuniões e atitudes sempre pacíficas, face às atividades inerentes à policia, estabelecendo a certeza da ausência de violência entre as partes, onde a segurança pública seja sempre a maior referência, a partir dos dois segmentos, ativistas e policiais. Qualquer que seja o protesto ou qualquer movimento é possível que tudo aconteça sem rota de colisão. Concentrações, passeatas, acampamentos, paralisações, greves de fome em massa e outras formas do exercício do direito de reunir preconizado pela Carta do País, tudo é possível que aconteça com plena passividade, sem alterar a ordem e a tranqüilidade pública, oportunidade em que a polícia também se mobiliza como braço do Estado para promover a proteção às pessoas do povo e, igualmente, aos manifestantes contra atos de terceiros e vice-versa, para que tudo aconteça pacificamente, como assim preconiza a Constituição da República.

Quando se fala em movimento organizado há de se imaginar que ele não ocorre apenas entre proletariados envolvendo operários e outros trabalhadores, também podem se mobilizar funcionários públicos, estudantes de todos os graus, professores universitários, a classe científica, grupos ecológicos, empresários, etc, inclusive, existem organizações internacionais que basicamente vivem a protestar, sendo algumas financiadas e que vivem migrando para os mais diversos quadrantes do planeta para o exercício desta atividade, e por serem simples operários ou por serem grandes e notáveis defensores das baleias, nem por isso merecem tratamento policial radical nem mesmo diferenciado, isto como regra geral.

Se alguns manifestantes das classes mais populares mostram-se comedidos perante a polícia, erradamente, os bem informados geralmente sentem-se galvanizados com referência a possível ação pronta e eficaz do aparelho policial, inibindo-o, conseqüentemente, tornando a tropa de choque visivelmente mais "ponderada", amadurecida e recuada, sobretudo quando representam ou pertencem às organizações internacionais. É bom que toda polícia se mostre também controlada e ponderada diante da classe operária reunida e constituída de pessoas simples ou de qualquer outra que argumente exclusão social, pois a regra legal para todo tipo de manifestante é uma só, exigindo equidade de tratamento para todos os segmentos. 

A expressão "sabe com quem está falando" já é fato superado, o que interessa agora é o que alguém está fazendo de bom ou de mau. A polícia não pode esboçar nenhum preconceito ou indisposição contra quem pode e vai manifestar seus protestos; é mais prudente que se acompanhe a evolução dos fatos; aliás, o protesto é um forte exercício de cidadania e democracia assegurada na Carta Maior do País para brasileiros e estrangeiros e se os elementos organizados não o pratica como um recurso legítimo conferido ao povo para praticá-lo dentro dos limites da tolerância, e, a polícia como Estado não entende como um ato social, pelo menos as duas partes devem conceber o direito de reunir como um procedimento legítimo que cobra acatamento e responsabilidade mútua, evitando maiores embates. 


Se um ato ortodoxo e impensado pelas suas proporções for capaz de chamar a atenção daquele contra quem é promovido o protesto e marcar um bom tempo para a manifestação alcançando grosseiramente os objetivos dos ativistas, pela sua natureza radical, os mesmos insultos também podem ser suficientes para caracterizar um delito, devendo alguém ser responsabilizado, portanto, todos devem ser prudentes, mesmo quando o quadro mostrar alguma dificuldade de qualquer lado. Um erro não justifica outro e isto é um princípio legal. Ao contrário das reações chocantes que maculam a sensibilidade e a integridade física das pessoas visadas e também o patrimônio e a ordem pública, é possível que uma palavra de ordem colocada de forma inteligente seja suficiente para transcender, alcançando sem lesar nem o corpo nem a alma de qualquer pessoa ou instituição, atingindo publicamente os objetivos desejados, chegando ao conhecimento das autoridades desejadas destinatárias, convencendo e movendo-as na direção desejada, aliás, persuadindo-as, tudo sem a menor violência. A palavra sabiamente colocada toca a alma e à sensibilidade humana, como assim também são os líderes do País, desde que assim realmente sejam.

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